quarta-feira, fevereiro 22, 2006

J.R. regressou das cinzas


A promessa feita a 12 de Janeiro deste belo ano de 2006 – ano do colibri laranja segundo o calendário Oarista – foi quebrada.

Prometeu o magnânimo general – eu mesmo – que não voltava a falar do J.R. e do seu Póvoa Limpa. Tal promessa foi impossível de cumprir dada a qualidade dos seus posts.

Para além da já habitual falta de talento para as artes da escrita, o seu conflito com a língua materna – portuguesa??? – é cada vez maior.

Fazendo uma analogia futebolística:

As duas equipas entram dentro de campo. De um lado, a equipar de vermelho e verde, a Língua Portuguesa S.C. com o seu onze habitual: Pronome na baliza, quarteto defensivo composto por Verbo, Adjectivo, Substantivo e Advérbio. No meio campo alinham os irmãos Artigo Definido e Artigo Indefinido e também Aliteração, Antítese e Anáfora. Na frente de ataque o ponta de lança angolano Hipérbole Cristiano da Silva.

Do outro lado, equipando de laranja e branco, apenas J. R. que vale por onze.

O árbitro olha para os seus assistentes e dá início à partida.

Com apenas três minutos jogados J.R adianta-se no marcador com um post da Parmalat em que diz “um amigo meu advogado esta semana”.

Comentário de Gabriel Alves: “aqui se nota o portento da técnica deste finíssimo jogador ao afirmar que tem um amigo que é profissional da Justiça apenas na semana referida. Aliás toda a gente conhece o horror que este atleta tem pelas vírgulas”

A primeira parte chega ao final sem mais nenhum factor de destaque.

Logo a abrir os segundos 45 minutos. Um remate indefensável a mais de 40 metros da baliza. Num post sobre Silva Garcia, J.R. consegue dizer um grande conjunto de frases incoerentes e remata com “não o emite pois ele também tinha 3 vereadores”.

Comentário de Gabriel Alves: “a confusão propositada entre IMITAR e EMITIR numa referência clara à rádio”

Já nos descontos, num ‘post’ sobre o Correntes de Escritas, J.R. fixa o resultado final com um chapéu do meio-campo aproveitando o adiantamento do guardião Pronome: “não sei se por minha culpa ou por culpa de quem escrevia que só ia ao assessório”.

Comentário de Gabriel Alves: “O melhor que já o vimos fazer. Aproveitar a grande quantidade de assessores que pululam no País para estabelecer a confusão entre acessório e asessório. Simplesmente Genial!”

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General Panchito Martinez