quarta-feira, dezembro 06, 2006

O regresso do General Parte II


Caros Concidadãos, (e citando Shakespeare), amigos, romanos e conterrâneos, em especial Ambílio Soledade, meu fiel (????) assessor

O sapiente generalíssimo (yo mismo), para além de ter perdido muito do seu tempo a auxiliar Santana Lopes na feitoria do seu livro, esteve a residir durante os últimos meses em Cuba, a ajudar o “outro” Castro a tomar as melhores decisões para o povo do seu país.

Quanto à pergunta que nos faz (a mim), Alta Autoridade para Decisões Acertadas, consideramos que o melhor era mesmo a Xunta processar-se a ela própria pela grande falha que é ignorar-nos.

Mas deixemo-nos de questões menores.

Este é um dia de glória para todos os habitantes desta nossa república de Democracia Musculada (assim ao jeito de um lutador de wrestling depois de tomar sete caixas de esteróides), que passa a ser chamada de Murelina (em homenagem à proprietária de uma casa de “passe” que visitei enquanto adolescente). Hoje aumentámos o salário mínimo dos trabalhadores desta bela terra para sete bananas e duas caixas de Atarax mensais. O que em conjunto com a redução do horário de trabalho para 16 horas e 55 minutos diárias resulta, nas palavras do presidente do Sindicato Independente dos Trabalhadores Directoriais, Panchito Martinez (eu) representa uma “grande vitória para aqueles que anteriormente laboravam em condições sub-humanas, com um dia de trabalho de 17 horas e recebendo apenas 6 bananas, meia caixa de Aulin e um gole de Codipront por mês”.

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General Panchito Martinez